Blog da Nutri

Agende seu acompanhamento nutricional Se você sente cansaço frequente, percebe queda no rendimento físico ou deseja melhorar sua alimentação para alcançar seus objetivos de saúde, o acompanhamento nutricional pode fazer diferença. Atendimento presencial com nutricionista em Guarulhos – Vila Galvão Consultas também disponíveis como nutricionista online
Atividades físicas
Danielle Napolitano Bera

Cansaço nos treinos? Avaliar ferro e ferritina pode ser essencial para sua saúde e performance

A deficiência de ferro é comum em pessoas que praticam atividade física, especialmente mulheres. Níveis baixos desse nutriente podem causar cansaço, fadiga e queda de desempenho nos treinos. A alimentação adequada, com fontes de ferro associadas à vitamina C, pode ajudar na absorção do mineral. Avaliar exames como ferritina, ferro sérico e saturação de transferrina é essencial para entender o estado nutricional. O acompanhamento com nutricionista clínica ou nutricionista esportiva permite interpretar exames e ajustar a alimentação de forma personalizada.

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Você já se perguntou por que sente fome mesmo depois de comer? Essa é a chamada fome homeostática, a fome de verdade, que o corpo sente quando precisa de energia. Diferente da fome por prazer, ela é regulada por hormônios e pelo equilíbrio do organismo. Quando esse equilíbrio se perde, como em casos de dificuldade para emagrecer ou obesidade, a fome aparece mais vezes e de forma intensa. Nosso corpo possui hormônios que controlam a saciedade. O GLP-1 ajuda a sentir menos fome e controla a liberação de açúcar no sangue. O CCK e o PYY indicam ao cérebro que já estamos satisfeitos e ajudam a prolongar a sensação de saciedade. Por outro lado, a grelina sinaliza que precisamos comer, e a leptina informa quando já temos energia suficiente, mas se estiver em excesso pode não funcionar corretamente. Felizmente, é possível estimular esses hormônios naturalmente. Incluir proteínas no café da manhã, como ovos ou whey, ajuda a manter a saciedade. Gorduras boas como azeite, abacate e oleaginosas, assim como fibras de aveia, legumes e verduras, reforçam a sensação de plenitude. Refeições líquidas, como sopas e shakes, podem ajudar o corpo a se sentir satisfeito mais rapidamente. Chás como chá verde, gengibre ou canela e até o café também contribuem para o controle da fome. Além da alimentação, pequenos hábitos fazem diferença: mastigar devagar, comer salada ou sopa antes da refeição principal, identificar se a fome é real ou vontade de comer por impulso e manter um sono regular ajudam a equilibrar os hormônios da saciedade. Se você quer controlar sua fome de forma saudável, sem dietas restritivas e com estratégias personalizadas, o acompanhamento nutricional é essencial. Atendo em Guarulhos, Vila Galvão, de forma presencial ou online, ajudando cada paciente a se sentir satisfeito, equilibrado e bem com a própria alimentação.
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Danielle Napolitano Bera

Fome Homeostática: Como Controlar a Fome Verdadeira de Forma Natural

A fome homeostática é a fome verdadeira do corpo, que sinaliza quando precisamos de energia. Ela é regulada por hormônios que indicam saciedade e ajudam a controlar o apetite. Comer proteínas, gorduras boas e fibras, beber chás, mastigar devagar e manter sono de qualidade ajuda a controlar a fome de forma natural. Identificar se a fome é real ou apenas desejo de comer por prazer também é essencial para evitar exageros e manter o equilíbrio do corpo.

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Fome Hedônica: Como Entender e Controlar a Vontade de Comer por Prazer Você já se pegou comendo mesmo sem estar realmente com fome? Essa é a fome hedônica, que surge não pela necessidade do corpo, mas pelo prazer que os alimentos proporcionam. Ela está ligada ao sistema de recompensa do cérebro, especialmente ao hipotálamo, que libera dopamina quando consumimos alimentos ricos em carboidratos e gorduras, como doces, frituras e produtos ultraprocessados. A fome hedônica é consciente: você sabe que certos alimentos não são saudáveis, mas ainda assim sente vontade de comê-los. Muitas vezes, ela está relacionada a emoções, como ansiedade, estresse ou tristeza, e pode gerar um ciclo em que, quanto mais você consome alimentos palatáveis, maior a necessidade de continuar consumindo para sentir prazer. Em pessoas com excesso de peso, a dopamina liberada pelos alimentos não gera o mesmo efeito de satisfação, aumentando ainda mais o desejo por comida. Principais fatores que aumentam a fome hedônica Alguns elementos podem intensificar a vontade de comer por prazer, como: Alimentação ultraprocessada: produtos com xarope de frutose, óleo de palma e comidas industrializadas. Disbiose intestinal: alterações na microbiota que aumentam a inflamação e afetam a sinalização da dopamina. Excesso de gorduras saturadas. Estresse, sono ruim e falta de lazer ou momentos de prazer. Esses fatores combinados podem dificultar o controle do apetite e aumentar a sensação de gula, contribuindo para inflamação e ganho de peso. Como controlar a fome hedônica de forma prática O controle da fome hedônica envolve estratégias que equilibram alimentação, microbiota intestinal e estilo de vida, ajudando a reduzir o desejo por alimentos palatáveis. 1. Alimentação inteligente Gorduras boas: azeite, abacate, castanhas e oleaginosas. Proteínas em todas as refeições: whey, ovos, leite fermentado, amêndoas. Fibras: verduras, legumes, frutas e cereais integrais. Refeições líquidas: sopas ou shakes ricos em proteína e fibras à noite. Evitar ultraprocessados e xaropes de frutose. Manter carboidratos moderados, pois são importantes para liberar dopamina e manter o prazer de comer. 2. Cuidado com a microbiota Alimentos fermentados e probióticos ajudam a equilibrar as bactérias intestinais e reduzir inflamação. Fibras prebióticas alimentam as bactérias boas e colaboram com a saciedade. 3. Saciedade e neurotransmissores Consumir proteínas no café da manhã estimula a liberação de CCK, promovendo saciedade. Combinando proteínas, gorduras boas e fibras, é possível equilibrar a dopamina e reduzir o desejo por comida. 4. Estilo de vida saudável Sono adequado e manejo do estresse ajudam a controlar cortisol e insulina, diminuindo a fome emocional. Momentos de lazer, hobbies e exercícios físicos auxiliam a reduzir a necessidade de comer por prazer. Resumo rápido Para reduzir a fome hedônica, é importante: Evitar ultraprocessados e xaropes de frutose. Aumentar proteínas, gorduras boas e fibras. Priorizar saúde intestinal com probióticos e alimentos fermentados. Manter sono e lazer de qualidade. Planejar refeições equilibradas, sem restrições extremas. Com essas estratégias, é possível diminuir o desejo por alimentos palatáveis, melhorar a saciedade e manter uma relação saudável com a comida. Quer ajuda para controlar a fome hedônica? Como nutricionista em Guarulhos, ofereço acompanhamento personalizado, sem dietas restritivas e com suporte contínuo, focando em emagrecimento saudável, SOP, ganho de massa muscular e bem-estar. Agende sua consulta online ou presencial em Guarulhos e descubra como ajustar sua alimentação e estilo de vida de forma prática e sustentável!
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Danielle Napolitano Bera

Fome Hedônica: Como Controlar a Vontade de Comer por Prazer | Nutricionista em Guarulhos

A fome hedônica é a vontade de comer por prazer, ligada à dopamina e ao sistema de recompensa do cérebro. Ela aumenta com ultraprocessados, gorduras saturadas, disbiose e estresse. Para modulá-la, recomenda-se: proteínas, gorduras boas, fibras, probióticos, refeições estratégicas e hábitos de vida saudáveis. Controle emocional e sono adequado também ajudam.

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Dieta Low Carb: Quem Pode se Beneficiar e Como Aplicar de Forma Segura A dieta low carb é uma forma de alimentação que reduz a ingestão de carboidratos e prioriza proteínas, gorduras saudáveis e alimentos naturais. Ela é indicada para quem deseja emagrecer de forma saudável, melhorar a saúde metabólica ou equilibrar os hormônios. Mas nem todo mundo deve adotar essa estratégia sem acompanhamento profissional. Reduzir carboidratos pode trazer benefícios importantes, como controlar o apetite, favorecer a perda de gordura corporal, melhorar a sensibilidade à insulina e ajudar no equilíbrio hormonal, especialmente em casos de síndrome dos ovários policísticos (SOP). Além disso, algumas pessoas notam redução da pressão arterial e melhora da composição corporal, principalmente na redução da gordura abdominal. Um exemplo prático de substituição é trocar arroz branco, pão ou macarrão por vegetais como abobrinha, couve-flor e berinjela, mantendo a refeição nutritiva e saborosa. Porém, a low carb não é indicada para todos. Gestantes, lactantes, pessoas com histórico de transtornos alimentares, atletas de alta performance ou indivíduos com condições de saúde específicas devem ter acompanhamento de um nutricionista em Guarulhos ou online antes de iniciar a dieta. O acompanhamento profissional garante um plano personalizado, seguro e sustentável, sem restrições extremas, focado na saúde, bem-estar e resultados duradouros. No meu acompanhamento nutricional, você recebe um plano adaptado às suas necessidades e objetivos, orientações práticas para o dia a dia, suporte contínuo entre consultas e foco em emagrecimento saudável, ganho de massa muscular e equilíbrio hormonal, incluindo SOP. O atendimento pode ser presencial em Guarulhos – Vila Galvão ou online, com o mesmo cuidado e personalização. A dieta low carb é uma excelente estratégia para quem busca melhorar a saúde metabólica, perder gordura e equilibrar hormônios. Mas cada pessoa é única, e o acompanhamento de um nutricionista especializado faz toda a diferença para obter resultados saudáveis e duradouros, sem sofrimento e com suporte contínuo. Se você deseja iniciar essa transformação, agende sua consulta online ou presencial e conheça meu programa de acompanhamento nutricional personalizado, pensado para trazer saúde, leveza e bem-estar para o seu dia a dia.
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Danielle Napolitano Bera

Dieta Low Carb: Saiba se é Indicada para Você

A dieta low carb reduz carboidratos e prioriza proteínas, gorduras saudáveis e alimentos naturais, sendo indicada para quem deseja emagrecer de forma saudável, melhorar a saúde metabólica e equilibrar hormônios, incluindo casos de SOP. Ela pode ajudar a controlar o apetite, reduzir gordura abdominal, melhorar glicemia e pressão arterial. Porém, não é indicada para gestantes, lactantes, atletas de alta performance ou pessoas com condições específicas sem acompanhamento profissional. Contar com um nutricionista em Guarulhos ou online garante que a dieta seja segura, personalizada e sustentável. Com acompanhamento especializado, é possível obter resultados duradouros, com suporte contínuo e sem restrições extremas, aplicando a low carb de forma prática e nutritiva no dia a dia.

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O tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) vai muito além de medicamentos. Hábitos de vida têm papel fundamental no controle dos sintomas. Entre os pilares mais importantes estão: a alimentação equilibrada, que auxilia no intestino, na glicemia e na composição corporal; a atividade física, que reduz resistência à insulina, ansiedade e estresse; o gerenciamento das emoções, que diminui o impacto do cortisol e o desejo por doces; e a qualidade do sono, essencial para equilíbrio hormonal e disposição. Somados, esses fatores constroem uma rotina mais leve e saudável para quem convive com a SOP.
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Danielle Napolitano Bera

4 Pilares para o tratamento da SOP

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma condição que exige cuidado multidisciplinar e atenção ao estilo de vida. O tratamento não se resume apenas a medicamentos, mas envolve hábitos que ajudam a melhorar os sintomas e trazer mais qualidade de vida.Confira os principais pilares: 1. Alimentação equilibradaUma boa alimentação

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Manter o peso após emagrecer é um desafio para muitas pessoas, e isso ocorre por mudanças no tecido adiposo que fazem o corpo querer recuperar o peso perdido — o chamado “set point”. Mesmo com a redução da inflamação na gordura, células do sistema imunológico continuam atuando para favorecer o reganho. Além disso, hormônios da fome aumentam e os da saciedade diminuem, aumentando a vontade de comer. Para evitar esse ciclo, é essencial ter uma alimentação equilibrada, baseada no estilo mediterrâneo, rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. A prática regular de diferentes tipos de exercícios, o sono de qualidade, o controle emocional e o automonitoramento também são fundamentais. O acompanhamento nutricional personalizado é a melhor forma de garantir resultados duradouros, com suporte e estratégias adequadas para cada pessoa.
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Danielle Napolitano Bera

Por que é tão fácil recuperar o peso perdido?

Muitas pessoas acham que o difícil é emagrecer, mas também é um grande desafio manter o peso depois. Isso acontece porque, quando ganhamos peso, nosso tecido adiposo, ou seja, a gordura do corpo, sofre mudanças que fazem com que o corpo queira ganhar peso novamente. Isso é chamado de “set

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Compulsão por doces e comer por impulso: o que seu corpo está tentando te dizer (e como mudar com leveza e estratégia)
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Danielle Napolitano Bera

Você não tem falta de controle: veja por que come por impulso (e como mudar com leveza)

Muitas pessoas acreditam que comer por impulso ou ter desejo incontrolável por doces é sinal de fraqueza, mas na verdade, isso pode ser um reflexo de desequilíbrios hormonais, emocionais e até nutricionais. Neste artigo, você vai entender as verdadeiras causas por trás da compulsão alimentar e como a nutrição funcional pode te ajudar a sair desse ciclo com mais leveza, consciência e saúde.

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Quando o metabolismo trabalha contra: entenda o fenótipo poupador e por que algumas pessoas emagrecem mais devagar Você já notou que algumas pessoas emagrecem com facilidade, enquanto outras seguem dietas com disciplina e, mesmo assim, quase não veem resultado na balança? Isso pode estar relacionado a uma característica metabólica chamada fenótipo econômico, também conhecido como fenótipo poupador. Esse tipo de metabolismo torna o corpo mais eficiente em armazenar calorias e economizar energia, o que, por um lado, era vantajoso em tempos de escassez alimentar. Porém, nos dias de hoje, essa eficiência pode dificultar a perda de peso, mesmo diante de restrições calóricas e prática de atividade física. Mas nem todo mundo possui esse perfil. O fenótipo econômico é mais comum em pessoas com histórico de efeito sanfona, platôs frequentes durante o emagrecimento ou dificuldade em perder gordura corporal mesmo com estratégias tradicionais. Por que o fenótipo poupador impede a perda de peso? Pessoas com esse perfil metabólico apresentam características como: Queima calórica mais lenta, mesmo comendo menos; Maior facilidade para ganhar peso em fases de superalimentação; Tendência a estagnar rapidamente no emagrecimento, mesmo mantendo a dieta. De acordo com estudos, esse grupo precisa de um déficit calórico maior para obter a mesma perda de peso que pessoas com metabolismo mais acelerado. Como driblar o platô e ajudar o corpo a responder melhor? Embora o processo seja mais desafiador, é possível ajustar a abordagem nutricional e favorecer a perda de peso de forma mais inteligente. Algumas estratégias eficazes incluem: ✅ 1. Manter uma restrição calórica leve e prolongada Evite dietas muito restritivas. Um controle mais equilibrado e sustentado ajuda a manter o metabolismo funcionando e favorece a adesão. ✅ 2. Variar a ingestão calórica ao longo da semana A periodização nutricional, com alternância de dias com mais e menos calorias, pode prevenir adaptações metabólicas que dificultam o emagrecimento. ✅ 3. Incluir jejum intermitente de forma segura Essa estratégia pode melhorar a resposta hormonal e a sensibilidade à insulina, contribuindo para um melhor controle da fome e maior mobilização de gordura. ✅ 4. Estimular a queima de gordura através do tecido adiposo marrom Esse tipo de gordura “boa” é metabolicamente ativo e ajuda a gastar energia. É possível ativá-lo com: Exercícios físicos regulares (cardio, HIIT e musculação); Exposição ao frio (banhos frios, por exemplo); Consumo de alimentos e compostos termogênicos, como chá verde, polifenóis, flavonoides e resveratrol. Conclusão: não é preguiça, é biologia Se você sente que faz tudo certo e ainda assim não vê o resultado que esperava, não significa que seu esforço não vale a pena — apenas que seu corpo precisa de uma abordagem mais personalizada. O fenótipo econômico exige mais estratégia, paciência e ajuste fino. Com orientação adequada e um plano alimentar compatível com suas necessidades metabólicas, é possível vencer o platô e emagrecer com mais leveza, constância e saúde. Se você deseja um plano realmente pensado para o seu corpo e seu ritmo, conheça meu programa Emagreça com Leveza. Atendimentos online para todo o Brasil e presenciais em Guarulhos, com avaliação por bioimpedância Tanita incluída nas consultas presenciais.
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Danielle Napolitano Bera

Fenótipo Econômico: Quando o Corpo Resiste à Perda de Peso

Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem emagrecer com mais facilidade, enquanto outras fazem dieta e quase não veem resultado?Uma das possíveis explicações está no fenótipo econômico, também conhecido como fenótipo poupador. Esse perfil metabólico faz com que o corpo seja mais eficiente em armazenar energia e gastar

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Danielle Napolitano Bera

Dificuldade para emagrecer pode ser resistência à insulina? Saiba como a Nutrição Funcional pode te ajudar

Você sente que está se esforçando, faz dieta, se exercita, mas o peso simplesmente não baixa?Sente vontade constante de comer doces, fome logo depois de comer ou aquela barriguinha que parece nunca desinchar? Se identificou? Então vale a pena investigar se a resistência à insulina pode estar dificultando seu emagrecimento.

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Resistência à insulina: entenda esse desequilíbrio que pode afetar sua saúde e seu peso Você sabia que é possível estar com os níveis de glicose normais e, mesmo assim, já estar desenvolvendo resistência à insulina? Essa condição é silenciosa, comum e muitas vezes ignorada, mas está por trás de diversos sinais do corpo — como dificuldade para emagrecer, cansaço frequente e vontade incontrolável por doces. A resistência à insulina acontece quando as células não respondem adequadamente ao hormônio insulina, que é responsável por colocar o açúcar do sangue para dentro das células e transformá-lo em energia. Quando isso não funciona bem, o corpo precisa produzir ainda mais insulina para tentar compensar, e esse excesso acaba gerando desequilíbrios que favorecem o ganho de peso, o aumento de gordura abdominal e, com o tempo, o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Como saber se isso está acontecendo com você? Alguns sinais podem ser observados no dia a dia: Fome constante, mesmo após comer Vontade exagerada por doces e carboidratos Barriga dura ou mais inchada Dificuldade para perder peso, mesmo com dieta Cansaço e sonolência depois das refeições Se você tem algum desses sintomas, é importante investigar. Exames como insulina de jejum, HOMA-IR e a medição da circunferência abdominal ajudam a avaliar como seu corpo está lidando com a insulina. E quanto mais cedo for detectado, melhor. Por que isso acontece? Estilo de vida sedentário, alimentação rica em industrializados, noites mal dormidas e excesso de estresse são grandes gatilhos. E o pior: bastam poucos dias com hábitos ruins para o organismo começar a reagir mal à insulina, mesmo em pessoas jovens e aparentemente saudáveis. A boa notícia? Com mudanças simples e consistentes, é possível reverter esse quadro e evitar complicações. Priorizar alimentos naturais, se movimentar todos os dias, dormir bem e controlar o estresse são pilares importantes para equilibrar os hormônios e melhorar a sensibilidade à insulina. Um acompanhamento nutricional individualizado pode fazer toda a diferença nesse processo. Com orientação profissional, fica mais fácil organizar sua rotina alimentar, escolher os alimentos certos e manter a motivação ao longo do tempo. Não espere os exames alterarem para cuidar da sua saúde. Prevenir é sempre o melhor caminho. Se você sente que algo no seu corpo não está indo bem, marque uma consulta. Atendimento online em todo o Brasil Presencial em Guarulhos com bioimpedância inclusa Envie uma mensagem e vamos conversar! Danielle Napolitano – Nutricionista Clínica Funcional e Esportiva | CRN 3 – 41438
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Danielle Napolitano Bera

Resistência à insulina: o alerta silencioso que pode virar diabetes

Você já ouviu falar em resistência à insulina? Esse nome pode parecer complicado, mas entender o que ele significa pode te ajudar a cuidar melhor da sua saúde — especialmente se você sente dificuldade para emagrecer, tem muita vontade de comer doces ou já tem casos de diabetes na família.

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