Flexibilidade cognitiva: adaptar a alimentação ao contexto

A flexibilidade cognitiva é a capacidade de adaptar pensamentos e comportamentos às diferentes situações.

Na alimentação, isso significa conseguir fazer escolhas diferentes de acordo com o contexto, sem depender de regras rígidas para se sentir no controle.

Quando essa flexibilidade é menor, a pessoa pode ficar mais presa a regras como: “só posso comer isso se…”, “não posso comer aquilo” ou “se eu sair da dieta, perdi o controle”.

É nesse contexto que a restrição cognitiva pode se tornar mais presente. A pessoa passa a enxergar a alimentação de forma muito rígida e, quando uma regra é quebrada, pode surgir culpa e o pensamento de “tudo ou nada”.

Por exemplo: comer um pedaço de chocolate não precisa significar que a alimentação do dia foi perdida. É possível comer, aproveitar e simplesmente seguir a rotina normalmente depois.

Ter flexibilidade não significa não ter objetivos ou planejamento. Significa conseguir adaptar a alimentação à vida real sem transformar cada mudança de plano em um fracasso.

O objetivo não é uma alimentação perfeita, mas uma alimentação que seja possível de manter ao longo do tempo. Atendimento presencial em Guarulhos – Vila Galvão

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DN Saúde e Nutrição

Danielle Napolitano

Nutricionista clínica, funcional e esportiva

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