A saúde intestinal vai muito além da digestão. O chamado eixo microbiota-intestino-cérebro demonstra que existe uma comunicação constante entre o intestino e o cérebro, influenciando fatores como estresse, humor, imunidade e controle do apetite. Quando passamos por períodos de tensão, o organismo libera cortisol, hormônio que pode alterar a microbiota intestinal e a função de barreira do intestino. Por outro lado, uma microbiota equilibrada também pode contribuir para uma resposta mais adequada ao estresse. Entender essa relação é importante para quem busca mais qualidade de vida, bem-estar e saúde de forma integral. O acompanhamento com um nutricionista pode ajudar a desenvolver estratégias alimentares individualizadas para promover o equilíbrio intestinal e melhorar a saúde como um todo.
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Danielle Napolitano Bera

A conexão entre intestino e cérebro: como a microbiota pode influenciar seu bem-estar

O eixo microbiota-intestino-cérebro é uma via de comunicação entre o intestino e o cérebro que influencia o estresse, o humor, a imunidade e o apetite. Alterações na microbiota intestinal podem impactar a saúde física e emocional, enquanto hábitos saudáveis e uma alimentação equilibrada contribuem para manter esse sistema em equilíbrio. Saiba como a nutrição pode auxiliar na saúde intestinal e no bem-estar geral.

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# Está usando GLP-1 para emagrecer? Alguns nutrientes merecem atenção Medicamentos da classe dos GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, têm ajudado muitas pessoas no processo de emagrecimento por reduzirem a fome e aumentarem a saciedade. Porém, comer menos nem sempre significa se nutrir melhor. Quando a ingestão alimentar diminui, pode ficar mais difícil atingir as necessidades diárias de alguns nutrientes importantes para a saúde. Por isso, o acompanhamento nutricional é um grande aliado durante o tratamento. Um dos nutrientes que merece destaque é a proteína. Ela ajuda na manutenção da massa muscular, algo essencial durante a perda de peso. Afinal, o objetivo não é apenas perder peso na balança, mas preservar músculos e melhorar a composição corporal. Além disso, vitaminas como a D e a B12 também merecem monitoramento. Elas participam de diversas funções do organismo, incluindo imunidade, saúde óssea, energia e funcionamento do sistema nervoso. Outro ponto que costuma gerar dúvidas é o funcionamento do intestino. Algumas pessoas relatam constipação intestinal durante o uso de GLP-1. Nesses casos, aumentar a ingestão de água e fibras pode ajudar bastante. Frutas, verduras, legumes, sementes e cereais integrais devem fazer parte da rotina alimentar. Dependendo da necessidade, o nutricionista também pode orientar outras estratégias individualizadas. O sucesso do tratamento não depende apenas do medicamento. Uma alimentação equilibrada, adequada às necessidades de cada pessoa, contribui para melhores resultados e ajuda a reduzir o risco de deficiências nutricionais ao longo do processo. Se você está em tratamento para emagrecimento e utiliza GLP-1, contar com o acompanhamento de uma nutricionista pode fazer toda a diferença para alcançar seus objetivos com mais saúde, segurança e qualidade de vida. Atendo presencialmente em Guarulhos e também como nutricionista online, oferecendo acompanhamento personalizado para emagrecimento, reeducação alimentar e melhora da composição corporal.
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Danielle Napolitano Bera

Uso de GLP-1: quais nutrientes merecem atenção durante o tratamento?

Os medicamentos GLP-1 ajudam na perda de peso ao reduzirem a fome e aumentarem a saciedade. Porém, como a ingestão alimentar costuma diminuir, é importante ficar atento ao consumo de proteínas, vitamina D, vitamina B12 e fibras. Além disso, algumas pessoas podem apresentar constipação intestinal durante o tratamento. O acompanhamento nutricional ajuda a prevenir deficiências nutricionais, preservar a massa muscular e promover um emagrecimento mais saudável e sustentável.

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